quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Rio oferece laqueadura de graça e sem cirurgia desde novembro 2014, compartilhe!

Desde novembro de 2014, a rede pública municipal de saúde oferece às mulheres um novo método de laqueadura. Trata-se da laqueadura tubária ambulatorial, um procedimento minimamente invasivo que não necessita de internação e pode ser realizado em cerca de 15 minutos. Com a técnica, a Secretaria municipal de Saúde espera reduzir a espera de 1.700 cariocas que aguardam pela esterilização.



— Essa novidade nos trará a vantagem de atender até 20 pacientes por dia, o que diminuirá substancialmente a fila — diz a ginecologista Laura Osthoff, médica do Hospital da Mulher Mariska Ribeiro em Bangu - Zona Oeste do Rio.
Para ter acesso à laqueadura, é preciso procurar uma unidade de atenção primária (posto de saúde ou Clínica da Família) e fazer o planejamento familiar. Mulheres a partir dos 25 anos e/ou com dois filhos estão aptas a participar do programa, que inclui uma série de consultas, nas quais são mostradas todas as opções de métodos contraceptivos, a serem frequentadas também pelo parceiro.
Ao contrário da técnica tradicional (cirúrgica), a laqueadura tubária ambulatorial não requer incisões nem anestesia — a paciente toma apenas analgésicos e anti-inflamatórios, via oral, antes de o procedimento começar. Também não são necessários exames prévios ou jejum, e a mulher pode retomar as atividades normais imediatamente.
Nesta primeira fase, que vai durar 20 meses, a meta é atender 200 pacientes por mês.
No planejamento familiar, uma vez que a mulher e o parceiro tenham manifestado interesse em se submeter ao novo tipo de laqueadura, o casal deverá assistir a aulas que visam esclarecer como o procedimento é realizado. Se concordarem com a técnica, ambos têm de assinar um termo de autorização. Só então o atendimento da paciente é agendado.
A princípio, todas essas laqueaduras serão realizadas no Hospital da Mulher Mariska Ribeiro, em Bangu.
Presença de muitos miomas, malformações do útero, infecções em curso e alergia a níquel e titânio (metais presentes no stent usado no procedimento) são fatores que impedem a realização da laqueadura tubária ambulatorial.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/rio-vai-oferecer-laqueadura-de-graca-sem-cirurgia-partir-de-novembro-14330476.html#ixzz3hzibyybB


Minha opinião: Sinceramente, eu tenho dois filhos e acho uma quantidade ideal para famílias, acho lindo ter mais filhos, teria mais um mas tive que pagar minha laqueadura porque com dois filhos o SUS não fazia, não sou rica e por isso sei como é dura e difícil a vida, moro atualmente em comunidade e vejo muita pobreza. Sinceramente acho que deveria ser obrigatório a laqueadura conforme a pobreza das pessoas, para que não houvesse tanta pobreza, tanto sofrimento. Quer mais filhos, adota, tantas crianças precisando de um lar. Espero que essa laqueadura que estão oferecendo ainda esteja sendo feita, porque do governo pode se esperar tudo, menos que funcione algo!!!

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